sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Criptozoologia- Mokele-mbembe

Desenho do Mokele-mbembe


Mokele-mbembe "aquele que interrompe o fluxo dos rios" em lingala.

O primeiro registro a respeito de Mokele-mbembe está no livro The History of Loango, Kakonga, and other Kingdoms in Africa, escrito em 1.776, pelo abade Lievain Bonaventure Proyart, a respeito de um grupo de missionários que teria encontrado as marcas das patas de um enorme e desconhecido animal na selva:


"It must be monstrous, the prints of its claws are seen upon the earth, and formed an impression on it of about three feet in circumference. In observing the posture and disposition of the footprints, they concluded that it did not run this part of the way, and that it carried its claws at a distance of seven or eight feet one from the other."
( Deve ser monstruoso, as impressões de suas garras são vistas sobre a terra, e formou uma impressão de cerca de três metros de circunferência. Ao observarem a postura e a disposição das pegadas, concluíram que não correram esta parte do caminho, e que levavam suas garras a uma distância de sete ou oito pés uma da outra. )

Em 1.909, Carl Hagenbeck, naturalista, após ouvir de Hans Schomburgh sobre um animal que vive no pântano do Congo, que é metade elefante e metade lagarto, e de Joseph Menges, naturalista, tratar-se de um animal parecido com um dinossauro, semelhante a um brontossauro, formou uma expedição e foi à Africa, mas abortou-a em virtude de doença e a hostilidade do povo.

Em 1.913, o capitão Von Stein zu Lausnitz foi informado pelos nativos que temiam Mokele-mbembe, o qual vagaria pelos rios Ubangi, the Sangha, e Ikelemba. O animal era de pele amarronzado, do tamanho de um elefante, com um comprido e flexível pescoço. Alguns o descreveram com uma comprida e muscular cauda como um crocodilo. Derruba canoas, ataca os animais, os quais não são comidos por Mokele-mbembe, que seria herbivoro, e alimenta-se das frutas de Mamlambo Plant; seu hábitat é o pantanoso Likouala, e o Lake Tele.

Em 1.976, James Powell, herpetologista, viajou ao Gabão para estudar os crocodilos, e o povo Fan lhe contou sobre N'yamala, um enorme animal que habitava os rios próximos. Michael Obang lhe contou que em 1.946, N'yamala teria aparecido, e o reconheceu ao ver um livro sobre dinossauros, apontado-lhe o diplodocus.

James Powell contou os fatos ao Dr. Roy P. Mackal, um biólogo The University of Chicago e vice-presidente The International Society of Cryptozoology.

Em 1.979, ambos foram para a região de Likouala, e no norte da cidade de Impfondo, encontraram-se com o reverendo Eugene Thomas, de Ohio, um missionário desde 1955, que confirmou sobre as histórias de Mokele-mbembe. Mostrando aos nativos o livro sobre os dinossauros, reconheceram em Mokele-mbembe um apatasaurus e diplodocus. Descreveram que o animal tem a cabeça como a de uma cobra, uma comprida e fina cauda, um corpo aproximado-se do tamanho de um elefante, ou pelo menos a de um hipopótamo; as pernas são curtas, as patas traseiras possuem 3 unhas; tem pele marrom-avermelhada; uma crista que sai do topo da cabeça e desce ao longo do pescoço.

Todos concordaram que seu habitat é o lago do pântano e os rios, e raramente são vistos.

Depois disso, vários outros relatos de aparições do Mokele-mbembe foram relatadas. A comunidade científica e os criptozoólogos continuam formando as expedições à procura do Mokele-mbembe e acreditam que ele será encontrado.

Como a bacia do Congo permaneceu estável no plano geológico e climatológico, e os crocodilos - parentes próximos dos dinossauros - sobreviveram com poucas alterações, a continuação de uma pequena população de dinossauros num meio isolado, estável e adequado não é impossível.